Mala preta e “jogo sujo” na rodada decisiva do Paulistão

Pacote de R$ 100 mil teria aparecido na concentração do Penapolense. Ponte com reservas e mala do Rio Claro

Durante a semana o Portal FUTEBOL INTERIOR já comentou que seria inevitável que a “mala preta” corresse pelos quatro cantos no Paulistão ONIX CHEVROLET, que vai ter sua última rodada neste domingo à tarde, com 10 jogos. Tanto que algumas horas antes da rodada decisiva, pelas últimas vagas nas quartas de final, e contra o descenso, estouram informações de mala em vários locais. Não há, porém, como confirmar ou provar tais atos.
Mas o presidente do Penapolense, por exemplo, Nirso Moreira, grande responsável pelo excelente momento vivido pelo CAP nos últimos anos, ficou revoltado quando alguns assessores lhe contaram de uma possível mala preta para seu time empatar com o Ituano.

Nilson Moreira: indignação

“Não precisamos disso. Estamos concentrados durante toda a semana, já de olho na outra fase, e vamos tentar vencer sempre, como faremos lá em Itu”, garantiu o cartola, que ficou indignado quando seus jogadores teriam recebido um pacote com R$ 100 mil para segurar o Ituano. O pacote, em dinheiro vivo, está sendo levado com a delegação para Itu e a Federação Paulista de Futebol (FPF) já foi comunicado do fato. O presidente do CAP, muito querido, teve a sugestão inclusive de dar este dinheiro a uma institução de caridade da cidade de Penápolis.

“Não sei se a Polícia vi querer ficar com o dinheiro como prova. Mas vamos registrar um boletim de ocorrência”, prometeu o cartola.

A delegação do Penapolense ficou concentrada no CT de Marcelinho Carioca, na cidade de Atibaia, perto de São Paulo, desde sexta-feira à noite. O “presentinho” teria chegado ao local, não se sabe ao certo por quem, de madrugada. Isso porque na quarta-feira vai enfrentar o São Paulo, no Morumbi, porque ambos foram os melhores times do Grupo A.

Este resultado, diretamente, beneficiaria o Osasco Audax, que precisa vencer o Linense e torcer por um tropeço do Ituano. É a briga pela segunda vaga no Grupo B, liderado pelo Botafogo, de Ribeirão preto.

MILAGRE EM JUNDIAÍ ?

Sem receber há três meses, os jogadores do Paulista também teriam recebido um “prêmio extra” para segurar o Bragantino, que só depende de um empate para ficar com a segunda vaga do Grupo D – a primeira é do Palmeiras. A oferta de R$ 80 mil reais teria partido diretamente do presidente do Rio Claro, Luiz Balbo, interessado direto no resultado.

Balbo montou um time simples, barato e que deu certo. Afastou o seu vice-presidente Bozó Fransciscinelli e enfiou muito dinheiro no bolso, tendo em vista que recebeu R$ 2,5 milhões das cotas de televisão. Além disso, com sua arrogância, semeou a discórdia entre seus pares e vai, com certeza, ter problemas diretivos no futuro, inclusive com a insatisfação da sociedade local. Há quem garanta que ele deu “um golpe” no clube e que o usa como ferramenta para suposta “lavagem de dinheiro”. Aliás, um bom motivo para o MInistério Público abrir uma investigação.

O Rio Claro depene da derrota do Bragantino para o Paulista, que só conseguiu três empates em 14 jogos, e ainda vencer a Portuguesa, no Canindé, em São Paulo. Será que o Paulista vence uma vez neste PAULISTÃO?

VERGONHA EM CAMPINAS

situação mais descarada nesta rodada acontecerá em Campinas. Segundo consta, seguindo determinação do “inexperiente” presidente Márcio Della Volpe, a comissão técnica vai praticamente usar time reservas contra o Mogi Mirim, que só depende de um empate para escapar de vez do descenso.

Este acordo já teria sido costurado há duas semanas, o que realmente é de costume. O que a Ponte Preta ganharia? Além de ficar com o goleiro Daniel, reserva imediato de Roberto, pode ter o empréstimo de mais dois ou três jogadores do Sapão para o Campeonato Brasileiro da Série B.

Um deles seria o meia Serginho, que é bastante versátil. O zagueiro Fábio Sanches também pode estar envolvido nesta “negociata”.

BAFO LEPO LEPO

Em Piracicaba, o XV de Novembro vai ter prêmio “de vários lados” para segurar o Comercial, de Ribeirão Preto, o Bafo Lepo Lepo, que precisa da vitórias e torcer por uma série combinações de resultados para evitar seu retorno imediato para a Série A2.

O time subiu ano passado, mas o presidente Nelson Lacerda não pagou o prêmio de acesso para muitos jogadores e pior: nesta temporada, mesmo tempo pego R$ 2,5 milhões pela transmissão de televisão, só pagou os salários de um mês a jogadores e funcionários.

Além disso, deu cheques sem fundos ou sustados para jogadores, que várias vezes ameaçaram entrar em greve. Graças a estas atitudes negativas, o Comercial de repente, caiu na boca dos rivais como o Bafo Lepo Lepo, em referência à música que fez sucesso no Carnaval da Bahia. Uma verdadeira mancada de Nelson Lacerda, que manchou o nome do clube.

Fonte: Futebol Interior

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